quarta-feira, 27 de março de 2013

                   Regionalização pelo nível de desenvolvimento

Levando em consideração critérios econômicos e sociais, podemos regionalizar o mundo em países desenvolvidos,  países subdesenvolvidos e países subdesenvolvidos industrializados.

Países desenvolvidos




"Quando nos referimos a países desenvolvidos falamos de países que conseguiram um alto índice de industrialização, e que desfrutam de um alto padrão de vida, possível graças à riqueza e à tecnologia, esta tem um papel fundamental no nível de desenvolvimento de determinado país.

Os países desenvolvidos são diferentes dos subdesenvolvidos  porque: seus habitantes possuem uma melhor qualidade de vida; utilizam seus recursos de tal forma que sejam suficientes para atender às necessidades do país; a qualidade dos seus produtos manufaturados  é elevada; têm ordem econômica; os serviços são bem distribuídos no país e entre as pessoas e, acima de tudo, a população trabalha de forma totalmente eficaz.

O desenvolvimento é classificado como um processo de uma sucessão de mudanças que alteram o ritmo e a estrutura de um determinado sistema, tornando seus potenciais mais ágeis. Os países desenvolvidos têm um crescimento da renda per capita  que vai acompanhado de transformações no funcionamento do sistema econômico e, ao mesmo tempo, são observadas mudanças sociais, políticas e culturais que modificam amplamente a estrutura social deste ou daquele país.

Até pouco tempo, o desenvolvimento estava vinculado somente ao crescimento econômico em termos de aumento do PIB (produto Interno Bruto) de um país, que, aliás, nos países desenvolvidos ultrapassa os 10.000 dólares/ano. Portanto supunha-se que todo o esforço deveria ser feito neste sentido. Verificou-se, porém, que a relação entre o aumento do PIB e a melhoria da qualidade de vida das pessoas não era verdadeiro em muitos casos. É preciso levar em conta a distribuição das riquezas.

Existem outras formas de constatar se um país é ou não desenvolvido, são elas: maior bem-estar material; melhor nível educacional; maior igualdade de oportunidades; melhores níveis de alimentação; maior resistência às doenças; elevado nível de consumo por boa parte da população; maior desenvolvimento físico e mental e maior tempo para o ócio.

Os países mais desenvolvidos são principalmente grande parte dos países europeus, Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia."
Fonte:http://www.infoescola.com/geografia/paises-desenvolvidos/

Países subdesenvolvidos

Nos países subdesenvolvidos, a maioria da população é constituída por pessoas de baixa renda, os ricos formam uma minoria que detém a maior parte da riqueza gerada no território nacional, promovendo a desigualdade social. 


Países subdesenvolvidos industrializados 

Os países subdesenvolvidos industrializados são países pobres que dispõe de alguma indústrias ou se encontram em fase de industrialização.





terça-feira, 26 de março de 2013

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA GUERRA FRIA

"Ao término da Segunda Guerra, os EUA eram o país mais rico do mundo, porém eles teriam que enfrentar um rival, ou seja, o segundo país mais rico do mundo: a URSS. Tanto os EUA (capitalista) como a URSS (socialista), tinham idéias contrárias para a reconstrução do equilíbrio mundial, foi então que começou uma grande rivalidade entre esses dois países. Quem era melhor? Esse conflito de interesses que assustou o mundo ficou conhecido como Guerra Fria. Tanto os EUA criticavam o socialismo quanto a URSS criticava o capitalismo.

Europa Ocidental, Canadá e Japão se aliaram aos EUA enquanto que a Tchecoslováquia, Polônia, Hungria, Iugoslávia, Romênia, Bulgária, Albânia, parte da Alemanha e a China se uniram com a URSS.
Na década de 50 e 60 houve a chamada corrida armamentista. Quem seria capaz de produzir tecnologias bélicas mais modernas, EUA ou URSS? Mesmo assim, esses dois países jamais se enfrentaram com armas durante a Guerra Fria, embora apoiassem guerras entre países menores (cada superpotência apoiando um dos lados rivais), como por exemplo, na Guerra da Coréia entre 1950 e 1953.
Na tentativa de provar que o seu sistema era melhor do que o outro, cada lado fez as suas investidas, a URSS enviou um homem (Yuri Gagárin) ao espaço, enquanto os EUA enviaram Neil Armstrong à Lua.
Estas disputas continuavam para ver quem era o melhor, atingindo inclusive a área dos esportes. Nas Olimpíadas, por exemplo, os dois países lutavam para ver quem ganhava mais medalhas de ouro.
No final da Segunda Guerra, a Alemanha foi invadida por todos os lados; além de ter sido separada da Áustria, ficando assim dividida em dois países:
- Alemanha Ocidental (ou República Federal da Alemanha – RFA) – capitalista
- Alemanha Oriental (ou República Democrática Alemã – RDA) – governada pelos comunistas.
A antiga capital – Berlim, que se localizava no interior da Alemanha Oriental, também ficou dividida em dois:
- Berlim Oriental (tornou-se a capital da RDA)
- Berlim Ocidental (tornou-se uma ilha capitalista cercada de socialismo).
A briga continuava. Os EUA resolveram ajudar Berlim Ocidental a se reerguer e para isso investiram milhões de dólares na reconstrução da cidade, porém enquanto Berlim Ocidental se reerguia rapidamente, Berlim Oriental não apresentava o mesmo progresso.
Berlim Ocidental (organizada e em processo de reconstrução) representava o capitalismo dentro de uma Alemanha socialista.
Foi então que em 1948, Stálin, dirigente da URSS ordenou que as comunicações entre a República Federal da Alemanha e Berlim ocidental fossem cortadas. Ele achava que o isolamento facilitaria a entrada das tropas soviéticas na outra parte de Berlim. Porém, tal iniciativa não deu certo, pois uma operação com centenas de aviões levando mantimentos da RFA para Berlim Ocidental garantiu que uma continuasse ligada a outra. O Governo não teve outra escolha a não ser aceitar a situação.
Assim, Berlim Ocidental continuou a crescer e as pessoas começaram a comparar Berlim Ocidental e Berlim Oriental e viram que o capitalismo era melhor que o socialismo. Como conseqüência houve uma emigração de pessoas muito qualificadas para Berlim Ocidental e com isso Berlim Oriental ficava abandonada. Claro que o Governo da RDA se irritou e em 1961 ordenou a construção de um muro isolando Berlim Ocidental do restante da Alemanha. Era o Muro de Berlim, que é considerado um dos maiores símbolos da Guerra Fria.
Na conferência de Yalta, realizada logo após o fim da Guerra ficou estabelecida a divisão do mundo em áreas de influência, ou seja, cada parte do planeta ficaria sob o controle de uma das superpotências e uma não deveria interferir na zona de influência da outra.
A década de 50 e 60 foi marcada por momentos de tensão e intolerância, pois os dois sistemas (capitalista e socialista) eram vistos da forma mais negativa possível.Os dois países possuíam armas nucleares; porém, os dois lados estavam cientes que uma guerra naquele momento poderia destruir o mundo. Por esta razão tentavam influenciar a humanidade tomando o máximo de cuidado para não provocar uma Guerra Nuclear Internacional, como isso, a tensão diminuiu.
Ainda nos anos 60, EUA e URSS viveram a época da coexistência pacífica, ou seja, fizeram a política da boa vizinhança. Na década seguinte, Nixon e o dirigente soviético Brejnev, iniciaram uma distensão mundial assinando acordos para diminuir a corrida armamentista e selaram esse acordo com um encontro simbólico no espaço entre as naves americanas e soviéticas (1975).
Já nos anos 80 essa cordialidade foi abandonada. Com a eleição de Ronald Reagan em 1981, iniciou-se novamente o acirramento entre as potências.
Os americanos investiram alto no setor bélico deflagrando a chamada “Guerra nas Estrelas”.
Durante o segundo mandato de Reagan (1984 -1988), em 1987, foi assinado o tratado para eliminação de armas de médio e curto alcance (nessa época a URSS estava sob o comando de Gorbachev), causando um alívio aos europeus, já que o acordo implicava a desativação de grande parte das ogivas voltadas para aquele lado.
As hostilidades entre os dois países estavam quase acabando.
A Guerra Fria terminou por completo com a ruína do mundo socialista (a URSS estava destruída economicamente devido aos gastos com armamentos) e com a queda do Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989."
Fonte: http://www.infoescola.com/historia/uniao-sovietica/

segunda-feira, 25 de março de 2013



O MUNDO POR UM FIO


"Durante 50 anos, americanos e soviéticos trocaram acusações, ameaças e colocaram o mundo todo em alerta nuclear.


Assim que a Segunda Guerra terminou, a Europa estava destruída e duas jovens e superpoderosas nações surgiam: Estados Unidos e União Soviética. Aliados contra Hitler, a amizade entre as duas, no entanto, não durou muito e rapidamente as duas superpotências estavam em lados opostos do mundo. A separação irreconciliável veio a partir das negociações de retirada das tropas da Europa. Os soviéticos insistiam em manter sua influência nos territórios que haviam libertado, como Polônia, Romênia e Iuguslávia, e os americanos ergueram bases militares na Alemanha, Itália e Turquia. Em fevereiro de 1947, o presidente Harry Truman discursou no Congresso americano e disse que iria lutar sem tréguas contra a expansão comunista.
Começava a Guerra Fria, um duelo tenso, baseado na ameaça constante de um conflito entre as duas superpotências, que possuiam arsenais militares – incluindo armas atômicas – capazes de destruir o inimigo e, de quebra, levar todo o mundo junto. Assim, sentado sob um barril de megatons, o mundo viveu por mais de 50 anos, até o colapso da União Soviética em 1991.
“Com o fim da Guerra Fria e a abertura de documentos secretos nos Estados Unidos e na Rússia, o mundo ficou sabendo que as chances da guerra esquentar foram bem grandes”, diz o historiador John Modell, da Universidade de Carnegie Mellon, na Pensilvânia. Espionagem, generais malucos, bombas desaparecidas e computadores ruins quase levaram o mundo à destruição. “Os soviéticos declararam alertas nucleares 143 vezes, e entre os americanos, que têm um intrincado código de cores para classificar ameaças à segurança nacional, estima-se que o presidente pôs o dedo no gatilho pelo menos 20 vezes”, diz Modell, colaborador do Museu da Guerra Fria, com sede em Washington.
1951 - Macarthur na Coréia
Cinco anos depois de derrotar a Alemanha, os ex-aliados Estados Unidos e União Soviética meteram-se num conflito armado pelo controle da Coréia, que deixou cerca de 3,5 milhões de mortos, uma ameaça de guerra nuclear e, ao final, um sensível aumento nas hostilidades entre as duas potências. A península da Coréia se dividia em dois Estados: a República da Coréia, capitalista, no sul, e a República Popular Democrática da Coréia, comunista, no norte.
Em julho de 1950, o exército norte-coreano cruzou a fronteira e tomou Seul, a capital da Coréia do Sul. A ONU condenou o ataque e enviou forças, comandadas pelo general americano Douglas MacArthur, um herói da guerra contra os japoneses, para expulsar os invasores. Após cinco dias de guerra, os 70 mil soldados norte-coreanos são vencidos pelos 140 mil soldados das Nações Unidas e Seul é libertada.
O general MacArthur parte com as forças internacionais para a capital da Coréia do Norte, Piongiang, mas a China de Mao Tse-Tung reage, enviando 300 mil soldados para a Coréia do Norte. As forças da ONU são expulsas.
MacArthur insistiu na ampliação do conflito: pediu um ataque nuclear à China. Naquele tempo, o controle das armas não era atribuição exclusiva do presidente, e durante algumas semanas, muita gente acreditou que MacArthur iria atacar a China. As intenções do general repercutem em Moscou, e para acalmar os ânimos soviéticos, o presidente Harry Truman repreendeu publicamente o general. Mas MacArthur não se deu por vencido e enviou cartas aos congressistas americanos debochando do recuo frente ao avanço comunista. Antes que a situação saísse de controle, no entanto, Truman substituiu MacArthur pelo General Ridway, que iniciou as negociações de paz que resultaram num acordo assinado em 1953."
Fonte:http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/guerra-fria-mundo-fio-434017.shtml

domingo, 24 de março de 2013

HITLER

ADOLF HITLER


"Adolf Hitler (20 de abril de 1889 em Braunau am Inn, Império Austro-Húngaro (atualmente na Áustria) - 30 de abril de 1945 em Berlim, Alemanha) foi um político alemão. Foi o líder do NSDAP desde 1921, chanceler desde 1933 e Füher desde 1934 quando passou a ser chefe de governo e chefe de estado até a sua morte em 1945.
Lutou pela Alemanha na Primeira Guerra Mundial sendo condecorado com a Cruz de Ferro. Em decorrência do Putsch da Cervejaria em Munique no ano de 1923, Hitler ficou encarcerado por oito meses, quando escreveu o Mein Kampf. Sob sua liderança, o Nacional-Socialismo alemão alcançou a vitória eleitoral em meio a uma tumultuada crise da República de Weimar, estabelecendo-se o Terceiro Reich. A Alemanha conseguiu sair crise e reduzir o desemprego, mas seu sistema político-econômico causava ameaça ao domínio que os banqueiros judeus tinham no Ocidente, que desejavam uma futura guerra. Neste período Hitler buscou unificar terras da Alemanha que tinham sido separadas do resto da nação pelo Tratado de Versalhes. O apoio que recebeu da Itália acabou por aproxima-lo de Benito Mussolini. Sentindo-se ameaçado por Inglaterra e França, criou a Wehrmacht e o serviço militar voltou a ser obrigatório. As forças armadas foram modernizadas por causa do perigo de uma possível guerra.
Unifica então a Áustria com o resto da Alemanha, e tenta por vias diplomáticas com a Polónia uma ligação com a Prússia Oriental, então uma exclave. Amparada por Inglaterra e França, a Polónia rejeita qualquer diplomacia e inicia um plano de invasão. Hitler antecipa-se e inicia aCampanha da Polónia. Eclode a Segunda Guerra Mundial, e apesar das vitória iniciais do império alemão, a guerra fica desfavorável a partir da Batalha de Estalinegrado. Hitler sofre um atentado em 1944 e desde então passa a viver no bunker. Com o fim próximo do conflito e a eminente derrota dos países nacionalistas, Adolf Hitler casou-se Eva Braun, sua companheira de longa data, pouco antes de suicidar-se. Há no entanto, controvérsias sobre sua morte. Em seu testamento nomeia Karl Dönitz como sucessor, o qual foi Füher por poucos dias até o final da guerra.
No pós-guerra, a historiografia oficial (escrita pelos vencedores) aliada a uma intensa campanha midiática por vontade dos donos dos meios de comunicação, deturparam a imagem de Hitler. De político honesto, defensor dos interesses do seu povo, anti-tabagista, vegetariano e artista, passou a ser considerado um monstro perverso e atribuída a ele toda a responsabilidade da guerra e da farsa do Holocausto."
Fonte: http://pt.metapedia.org/wiki/Adolf_Hitler